domingo, 25 de abril de 2010

Balanço de abril















Sem fronteiras, por aí. Sem beira
sem bosque, sem sorte, sem ticket, sem toque.
Anybody home? Tóquio
Oriente, vidente,
Ocidente, ciente,
Em mim.
Assinar o nome só com a inicial
Onde o sol nasce.
L.
Assim, com delicadeza
Florescer displicentemente com cerejeiras brancas na primavera úmida, ainda fria
Na terra onde o sal nasce. Cortesia.
Se há alguém em casa, se há alguém na casa, vagando no espaço solto no tempo morto se há vontade saudade sorriso sorte só
Toque-o
Oriente, norte, bússola, brother.
Borderline.
Ou, simplesmente, toc.

***

Envelhecer só com a inicial
E ponto.

***

Feliz por get crazy do lado de lá, coisas assim, e voltar para casa.
Alinhar.
Foto tirada em área a céu aberto ao lado ao Museu de Arte Moderna de Tóquio, com uma Sony DSC W190, de 12.1 Mega Pixels,, em abril de 2010.
Modelos anônimas, vida real.
Modelos reais, vida anônima.

***

O que abril abriu?

***

“If life is a river and your heart is a boat
And just like a water, baby, baby born to float
And if life is a wild wind that blows way on high
And your heart is Amelia dying to fly
[…]
Man’s jails
Where you thirst and you hunger for justice and right
[…]
Heaven knows no frontiers
And I’ve seen heaven in your eyes”

(Extraído de The Corrs, “No frontiers”, composição de Jimmy Mccarthy, Sony Music Publishing UK)